Perfil do trabalhador da indústria no oeste catarinense
Pesquisa do Observatório da FIESC detalha quem trabalhou na indústria em 2024
Homens representam 64,95% dos empregados na região, enquanto mulheres somam 35,05%. (Foto: Freepik)
Eles estão na rotina da população. Roupas, móveis, meios de locomoção. Antes de chegar ao comércio, o trabalhador da indústria faz parte de diversos processos de produção dos utensílios utilizados para mover o mundo. Diferente de outros profissionais, estes mais são desconhecidos.
Chapecó concentra quase 40% dos estabelecimentos industriais da região Oeste de Santa Catarina, de um total de 5.934 empresas. O município lidera com 39,92% do total, seguido por Xanxerê (7,26%), Pinhalzinho (5,07%) e Maravilha (4,63%). A maioria das indústrias instaladas na região é de microporte (89,86%), com apenas 8,24% classificadas como pequenas empresas. O setor da construção civil se destaca com 44,47% dos empreendimentos, seguido por máquinas e equipamentos (10,80%), madeira e móveis (10,01%) e alimentos e bebidas (7,87%).
O recorte abrange 57 municípios do oeste catarinense como Chapecó, Xanxerê, Maravilha, São Lourenço do Oeste, Abelardo Luz, São Domingos, Coronel Freitas, Caxambu do Sul, Águas de Chapecó, São Bernardino, Santa Terezinha do Progresso, São Miguel da Boa Vista, entre outros.
PERFIL DO TRABALHADOR
Uma pesquisa do Observatório FIESC aponta que, em 2024, a indústria da região Oeste de Santa Catarina empregava 94.619 pessoas. O estudo considera o perfil por sexo, faixa etária, escolaridade e faixa salarial, com base em dados do Registro Anual de Informações Sociais (RAIS), Ministério do Trabalho e Emprego e da própria FIESC.
Homens representam 64,95% dos empregados na região, enquanto mulheres somam 35,05%. Quanto à faixa etária, a maioria dos trabalhadores está entre 18 e 29 anos, seguida por profissionais com idade entre 30 e 39 anos.
ESCOLARIDADE
Sobre a taxa de escolaridade, 48,41% dos trabalhadores da indústria possuem ensino médio completo. Outros 12,18% têm o ensino fundamental incompleto, enquanto 11,17% concluíram o fundamental. Trabalhadores com ensino médio incompleto representam 9,96% dos registros. O número de pessoas com ensino superior completo corresponde a 8,45%, e 3,59% têm o ensino superior incompleto. Trabalhadores analfabetos somam 6,14% do total. Já os que possuem pós-graduação representam 0,09%, com 86 registros.
Em relação à remuneração, a maior parte (28,48%) dos empregados da região recebe entre 1,51 e 2 salários mínimos. A segunda faixa mais representativa é a de 2,01 a 3 salários mínimos (24,6%), seguida pela faixa de 1,01 a 1,50 salários mínimos (22,38%).
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