FAESC celebra 78 anos e investe na modernização de sua estrutura
O espaço contará com estrutura robusta, ambientes otimizados e tecnologia de ponta. (Foto Mariana Teixeira/Agência Geração)
A Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc) atua de forma intensa para impulsionar o desenvolvimento e construir um futuro promissor para o campo catarinense. Neste mês de março, a entidade celebra 78 anos de uma trajetória marcada por propósito, união e compromisso com quem faz o agro acontecer.
Ao longo de quase oito décadas, a Faesc consolidou uma atuação sólida, baseada na dedicação, em parcerias estratégicas e no compromisso com o fortalecimento do setor. Nesse período, atuou fortemente na defesa do setor produtivo ao representar, organizar, promover e fortalecer a atuação dos produtores rurais catarinenses, o que foi essencial para contribuir e impulsionar o crescimento do agro em Santa Catarina.
Cada conquista carrega o trabalho de milhares de pessoas que acreditam na força do setor produtivo. Ao celebrar esse novo momento, a entidade também avança em sua estrutura física com a construção da nova sede institucional. A obra, iniciada em 23 de janeiro de 2025, representa mais um passo importante na consolidação de sua atuação.
Nesta semana, o presidente do Sistema Faesc/Senar, José Zeferino Pedrozo, o vice-presidente da Faesc, Clemerson Argenton Pedrozo, o vice-presidente de finanças, Antônio Marcos Pagani de Souza e o superintendente do Senar/SC, Gilmar Antônio Zanluchi, acompanhados pela equipe técnica responsável, visitaram o canteiro de obras, que segue em pleno desenvolvimento no terreno anexo à atual estrutura, em Florianópolis.
O novo prédio simboliza a superação de desafios e a reafirmação de uma gestão pautada pela responsabilidade, pelo compromisso com o setor produtivo e pela eficiência na aplicação dos recursos. Segundo o presidente Pedrozo, a concretização da obra é resultado de um longo processo de organização e persistência.
Ele relembra que, após a aquisição do terreno, foram identificadas inconsistências na área disponível, o que demandou mais de três anos de trâmites burocráticos para regularização. “Nós tínhamos uma quantidade maior de terreno, mas, ao medir, descobrimos que a área disponível era bem menor. Inclusive, pagamos impostos durante muitos anos por um terreno que, na prática, não existia. Resolver essa situação envolveu mais de três anos de burocracia e, no ano passado, com todos os alvarás em mãos, iniciamos a tão sonhada obra”, destacou.
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