Postado em 07 de Junho de 2019 às 17h01

Ter boa oratória contribui para o crescimento profissional

Possuir uma boa comunicação e habilidade para trabalhar com pessoas são pré-requisitos básicos no mercado de trabalho. Afinal, uma palavra mal colocada, um argumento mal formulado ou a falta de confiança ao defender uma ideia podem colocar em xeque o conteúdo que está sendo apresentado. Para contribuir com os profissionais a adquirirem habilidades de comunicação, a Associação Empresarial e Industrial de Chapecó (ACIC) promoveu, nesta semana, o curso “Como falar bem em público – técnicas de oratória para líderes”.
            Três elementos integram a linguagem: o conteúdo, o tom de voz e a linguagem corporal. A palavra e o conteúdo são responsáveis por 7% da efetividade de uma mensagem, a expressão corporal por 38% e o tom de voz por 55%. Os dados foram apresentados pelo facilitador da capacitação, jornalista e professor universitário Vagner Dalbosco. “A comunicação é essencial para quem trabalha com coordenação de equipes, atendimento ao público, vendas, entre outras funções que de alguma forma precisam engajar pessoas em torno de alguma ideia, uma causa, algum produto ou alguma marca. No curso, abordamos técnicas para que os participantes possam desenvolver habilidades de oratória”, frisou Dalbosco.
            De acordo com o palestrante, cada vez mais há preocupação dos profissionais de diferentes áreas com sua imagem pública, que passa pela maneira como as pessoas se comunicam. “As habilidades que envolvem a oratória fazem com que tenhamos maior ou menor desempenho profissional. As pesquisas que são realizadas em todo o mundo sobre os critérios que fazem um profissional ter melhor desempenho e crescimento colocam as habilidades de comunicação e oratória como principais”.
            O CEO da TwoWeb Digital, Adelmir Mucelin, fez o curso para aprimorar técnicas de expressão e comunicação. “Nem sempre o que falamos, da maneira como falamos, é entendido como queremos. Busco sempre melhorar como pessoa e como empresário e aprimorar essas técnicas é fundamental. Além e ajudar a fechar novos negócios, pois terei melhores abordagens com clientes, parceiros e fornecedores, o curso contribui também para falar em público, pois às vezes sou convidado para contar a minha trajetória profissional e da empresa”.
            Para o distribuidor autorizado Eko’7, Lucas dos Santos Bittencourt, o curso contribuiu para o aperfeiçoamento do seu trabalho. “Atuo com a linha de produtos voltados para a saúde há cinco anos e o meu dia a dia é conversar com as pessoas, manter relacionamentos e mostrar o quanto os produtos podem fazer bem. Esperamos uma próxima etapa da capacitação porque foi muito válida”.
Entre os principais desafios de falar em público, Dalbosco destacou o medo. “Não é possível acabar com ele, mas se consegue desenvolver técnicas para controlar o medo, como respiração, alguns macetes para se acalmar e subterfúgios para que, caso ocorra algum imprevisto durante a fala, se possa amenizá-lo”.

Outro aspecto destacado pelo facilitador do curso é a preparação do discurso. “O medo de falar em público pode ocorrer pela falta de preparação anterior. É importante ter um roteiro, por exemplo. Outro desafio é a entonação da voz. Quando as pessoas não estão habituadas a falar em público, acabam falando de forma muito linear, como se estivessem lendo. Isso acaba não despertando interesse da plateia. Então, trabalhar a entonação da voz com diferentes ritmos e velocidade também é importante”, finaliza Dalbosco.

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