SENAI apresenta projeto de laboratório de plásticos para atender oeste catarinense
Estrutura em Chapecó entra em execução em 2026, com início das atividades ainda no ano e ampliação do atendimento prevista para 2027
No encontro, ocorreu a formalização da entrega do projeto, enquanto a execução será desenvolvida ao longo de 2026, com início das atividades ainda em 2026 e expansão do atendimento em 2027.
A diretoria do Sindiplasc de Chapecó participou de uma reunião com o SENAI para apresentação do laboratório de plásticos (polímeros) que será implantado na região para atender a indústria do setor. A estrutura responde a uma demanda antiga do segmento, reivindicada há anos por empresas da cadeia do plástico no Oeste catarinense.
O laboratório está em fase de estruturação. No encontro, ocorreu a formalização da entrega do projeto, enquanto a execução será desenvolvida ao longo de 2026, com início das atividades ainda em 2026 e expansão do atendimento em 2027.
A proposta é oferecer suporte técnico e educacional alinhado às necessidades do setor, com foco em processos industriais como injeção, extrusão e impressão, além de uma área voltada a análises e recursos específicos para aplicações em polímeros. Pelo padrão de referência adotado pelo SENAI/SC, a estrutura prevê área aproximada de 120 m² (8 x 15 metros), o que amplia a capacidade de atendimento para demandas de indústria e formação profissional.
Com a implantação, a expectativa é fortalecer a competitividade das empresas, ao aproximar a indústria de uma infraestrutura dedicada ao desenvolvimento de soluções, apoio técnico e qualificação de mão de obra, conectando necessidades práticas do chão de fábrica com tecnologia e educação.
O projeto apresentado soma à estrutura já existente no SENAI/SC para atender a área de Plásticos (Polímeros). Hoje, a instituição mantém laboratórios desse tipo em três unidades escolares no estado: Joinville, Videira e Pomerode. A implantação prevista para o oeste catarinense amplia essa rede de atendimento e busca aproximar a infraestrutura técnica das demandas da indústria da região.
“Esse laboratório amplia a capacidade de resposta às necessidades da indústria do plástico e reforça o papel do SENAI no desenvolvimento industrial. A instituição trabalha para levar estrutura, conhecimento aplicado e soluções que contribuam com a competitividade regional”, frisa o gerente do SENAI, SESI e IEL para o Oeste e Extremo Oeste, Jardel Carminatti.
“A iniciativa é importante para a região, porque ajuda a enfrentar a escassez de mão de obra especializada, especialmente na área técnica de polímeros, e contribui para criar uma cultura de formação voltada ao setor do plástico”, afirma o presidente do Sindicato das Indústrias do Material Plástico do Oeste Catarinense (Sindiplasc), Gabriel Stolt Sperandio. “Além disso, a indústria tem uma demanda recorrente por um laboratório voltado ao desenvolvimento de materiais, ao acompanhamento de lotes de produção e à emissão de laudos. Hoje, muitas empresas precisam enviar amostras para laboratórios privados em outros estados, o que aumenta custos e prazos. Só a nossa empresa investiu mais de R$ 350 mil no ano passado com testes e laudos fora da região”, completa.
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