Postado em 25 de Março às 16h36

SENAI apresenta projeto de laboratório de plásticos para atender oeste catarinense

Estrutura em Chapecó entra em execução em 2026, com início das atividades ainda no ano e ampliação do atendimento prevista para 2027
No encontro, ocorreu a formalização da entrega do projeto, enquanto a execução será desenvolvida ao longo de 2026, com início das atividades ainda em 2026 e expansão do atendimento em 2027.
A diretoria do Sindiplasc de Chapecó participou de uma reunião com o SENAI para apresentação do laboratório de plásticos (polímeros) que será implantado na região para atender a indústria do setor. A estrutura responde a uma demanda antiga do segmento, reivindicada há anos por empresas da cadeia do plástico no Oeste catarinense.
O laboratório está em fase de estruturação. No encontro, ocorreu a formalização da entrega do projeto, enquanto a execução será desenvolvida ao longo de 2026, com início das atividades ainda em 2026 e expansão do atendimento em 2027.
A proposta é oferecer suporte técnico e educacional alinhado às necessidades do setor, com foco em processos industriais como injeção, extrusão e impressão, além de uma área voltada a análises e recursos específicos para aplicações em polímeros. Pelo padrão de referência adotado pelo SENAI/SC, a estrutura prevê área aproximada de 120 m² (8 x 15 metros), o que amplia a capacidade de atendimento para demandas de indústria e formação profissional.
Com a implantação, a expectativa é fortalecer a competitividade das empresas, ao aproximar a indústria de uma infraestrutura dedicada ao desenvolvimento de soluções, apoio técnico e qualificação de mão de obra, conectando necessidades práticas do chão de fábrica com tecnologia e educação.
O projeto apresentado soma à estrutura já existente no SENAI/SC para atender a área de Plásticos (Polímeros). Hoje, a instituição mantém laboratórios desse tipo em três unidades escolares no estado: Joinville, Videira e Pomerode. A implantação prevista para o oeste catarinense amplia essa rede de atendimento e busca aproximar a infraestrutura técnica das demandas da indústria da região.
“Esse laboratório amplia a capacidade de resposta às necessidades da indústria do plástico e reforça o papel do SENAI no desenvolvimento industrial. A instituição trabalha para levar estrutura, conhecimento aplicado e soluções que contribuam com a competitividade regional”, frisa o gerente do SENAI, SESI e IEL para o Oeste e Extremo Oeste, Jardel Carminatti.
“A iniciativa é importante para a região, porque ajuda a enfrentar a escassez de mão de obra especializada, especialmente na área técnica de polímeros, e contribui para criar uma cultura de formação voltada ao setor do plástico”, afirma o presidente do Sindicato das Indústrias do Material Plástico do Oeste Catarinense (Sindiplasc), Gabriel Stolt Sperandio. “Além disso, a indústria tem uma demanda recorrente por um laboratório voltado ao desenvolvimento de materiais, ao acompanhamento de lotes de produção e à emissão de laudos. Hoje, muitas empresas precisam enviar amostras para laboratórios privados em outros estados, o que aumenta custos e prazos. Só a nossa empresa investiu mais de R$ 350 mil no ano passado com testes e laudos fora da região”, completa.

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