Pubalgia: intensa atividade física provoca a lesão
Atletas que realizam chutes repetitivos e mudanças bruscas de direção do movimento, a exemplo das modalidades de rúgbi, hóquei, tênis e futebol precisam ficar atentos para prevenir a pubalgia, que é o desequilíbrio da musculatura do abdômen por atingir a sínfise púbica. “A lesão provoca dores que prejudicam o rendimento do esportista e, em alguns casos, força-o a interromper as atividades”, alerta o médico ortopedista e traumatologista Joaquim Reichmann.
Entre as possíveis causas da contusão estão os desequilíbrios musculares de força e de alongamento, má postura, disparidade de membros inferiores, desvios na coluna vertebral e hérnias inguinais. Outros fatores externos também influenciam como campo muito duro ou irregular, impactos excessivos, calçados inadequados e sobrecarga de treinamento.
“A pubalgia acontece pela intensa atividade física, onde a sínfise púbica sofre uma tensão excessiva exercida pelos músculos adutores da coxa e do reto abdominal, consequentemente, causando um atrito degenerativo que leva a instabilidade da articulação do púbis”, explica Reichmann.
O tratamento é clínico, segundo o médico ortopedista e traumatologista, e na maioria dos casos consiste em anti-inflamatórios, repouso, alongamento muscular e, após a dor reduzir, de reforço muscular. Contudo, na fase crônica da doença não é recomendada a utilização de crioterapia (gelo).
De acordo com Reichmann, os atletas que realizam movimentos específicos e repetitivos de chute, rotação ou adução precisam ter zelo redobrado, porque há possibilidade de piora gradativa e aumento dos sintomas. “Orienta-se um tratamento de 45 dias e se houver melhora mais 45 dias. Caso não ocorra a recuperação é indicada intervenção cirúrgica, em casos específicos”, complementa.
TIPOS
A pubalgia aguda ou traumática pode ser ocasionada por um acidente com trauma direto no local, que pode levar a fratura no púbis e no ísquio, com estresse repetitivo na região. A maioria dos casos está relacionada às atividades esportivas que requerem aceleração rápida do corpo, com paradas bruscas e rotação da bacia.
A fase crônica desta lesão é causada por esforço repetitivo, com sobrecarga mecânica e uso excessivo da região. “Há incidência de casos em corredores de grandes distâncias, em função do desequilíbrio mecânico na cintura pélvica”, conclui.
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