Lucro real e presumido: como escolher qual é o melhor regime tributário para os negócios
Curso promovido pelo Sindicont Chapecó abordou o tema com profissionais da contabilidade
Objetivo foi capacitar sobre a correta forma de escrituração fiscal, com otimização de tempo.
Uma dúvida comum dos empreendedores, na hora de fazer o planejamento tributário, é quanto à escolha do regime de tributação da empresa. Qual é o melhor: lucro real ou lucro presumido? Para isso, os contadores são fundamentais para mostrar as diferenças e orientar. Para auxiliar os profissionais nessa tarefa, o Sindicato dos Contabilistas de Chapecó (Sindicont) realizou o curso “Lucro Real e Lucro Presumido (Aspectos Práticos)”, disponibilizado em parceria com a Federação dos Contabilistas do Estado de Santa Catarina (Fecontesc) pelo programa Unifecontesc.
O objetivo foi capacitar sobre a correta forma de escrituração fiscal, respeitando a legislação, com otimização de tempo e evitando possíveis problemas junto ao fisco. A opção por esses regimes afeta o cálculo dos seguintes tributos: IRPJ, CSL, PIS e Cofins. O instrutor, Lúcio Tomaz, explanou sobre os dois regimes tributários federais, trouxe novidades e abordou também sobre as obrigações acessórias.
Uma das mudanças é exclusão do ICMS na base de cálculo do crédito PIS e Cofins. Com isso, também veio a necessidade de informar na EDF Contribuições. “As pessoas ainda estão se adaptando. Então, ainda é necessário ter alguns cuidados”, comentou Tomaz.
O palestrante salientou que a escolha do regime tributário de uma empresa não é simples. “Envolve muita coisa, como folha de pagamento, faturamento, estudo de viabilidade econômica, entendimento de despesas e custos. Mas, acima de qualquer coisa, o país está passando por uma reforma tributária. Começamos a ter sua aprovação e isso já é uma sinalização que muito do que fazemos hoje paulatinamente vai deixar de existir. Então, precisamos entender o que vai acontecer para frente e o que é necessário ter atenção no presente”, alertou.
Nesse sentido, o contado também atua como consultor. “Além disso, o contador é um gestor, ele administra, de forma paralela, a gestão do negócio da empresa. Quem toca é o dono da empresa, mas o empreendedor é auxiliado pelo contador”, frisou Tomaz.
O presidente do Sindicont, Carmo Alex Röhrig, enfatizou que os cursos têm por objetivo trazer informações atualizadas que possam engrandecer e aprimorar o conhecimento dos profissionais da contabilidade. “Essa é uma das funções do Sindicont, proporcionar qualificações aos associados para que mantenham os serviços de excelência”, conclui.
Lúcio Tomaz explanou sobre lucro real e presumido.
Curso abordou sobre regimes tributários.
Profissionais aprofundaram conhecimentos sobre o tema.
Lúcio Tomaz e Gelson Luiz Dal Ri.
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