Postado em 22 de Abril às 14h26

Entidades do setor produtivo avaliam safra de tabaco nos três Estados do Sul

Segundo os representantes, a safra atual apresenta boa qualidade, mas ainda carece de maior valorização. (Foto Divulgação)
 
O presidente do Sindicato dos Produtores Rurais de Irineópolis, Francisco Eraldo Konkol, representou a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc) em uma série de visitas a empresas fumageiras no Rio Grande do Sul, em Santa Catarina e no Paraná. A agenda ocorreu entre os dias 7 e 9 de abril de 2026 e reuniu lideranças do setor para acompanhar a comercialização da safra 2025/2026.
A iniciativa contou com a participação da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra) e de federações da agricultura e dos trabalhadores rurais dos três Estados. O objetivo foi avaliar os preços pagos aos produtores, a qualidade do produto entregue e os critérios adotados na classificação do tabaco.
Segundo os representantes, a safra atual apresenta boa qualidade, mas ainda carece de maior valorização. A principal cobrança recai sobre o reconhecimento financeiro do produtor que realiza corretamente a separação do tabaco, com remuneração compatível ao trabalho e à produtividade.
No Rio Grande do Sul, onde a classificação ocorre nas propriedades, a análise concentrou-se na qualidade do produto e na média dos preços praticados. Em Santa Catarina e no Paraná, a avaliação ocorreu nas unidades de compra, com relatos dos produtores sobre o processo de classificação.
Durante as visitas, as entidades identificaram um problema recorrente: falhas na separação do tabaco, que afetam diretamente o valor pago. Entre os principais fatores estão a mistura de classes e a presença de impurezas nos fardos, o que reduz a remuneração final.
Diante desse cenário, as entidades reforçam a orientação para maior rigor no preparo do produto. Mesmo em uma safra de boa qualidade, erros na classificação podem comprometer a renda do produtor.
Outro ponto de atenção envolve a próxima safra. A recomendação é reduzir a área plantada, medida vista como necessária para equilibrar a oferta e preservar a rentabilidade, diante da concorrência internacional.
A Faesc destaca que iniciativas como essa são essenciais para ampliar a transparência no processo de comercialização, fortalecer o diálogo entre produtores e indústria e garantir condições mais justas de remuneração ao produtor.
 
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  • MB Comunicação Empresarial e Organizacional - A agenda de visitas reuniu lideranças do setor para acompanhar a comercialização da safra 2025/2026. (Foto Divulgação)
  • MB Comunicação Empresarial e Organizacional - O objetivo foi avaliar os preços pagos aos produtores, a qualidade do produto entregue e os critérios adotados na classificação do tabaco. (Foto Divulgação)

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