Postado em 21 de Novembro de 2019 às 15h00

Diagnóstico do Parque da Efapi analisa eficiência da atual estrutura

A competitividade do Parque de Exposições Tancredo de Almeida Neves (Parque da Efapi) será tema da segunda reunião técnica nesta terça-feira (26), das 9h às 12horas, no auditório do Sebrae/SC. A iniciativa faz parte do Programa Cidade Empreendedora, executado pela Administração Municipal de Chapecó e pelo Sebrae/SC. Participarão representantes de entidades empresariais do município, secretários municipais e integrantes da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, do Conselho Municipal de Turismo, do Conselho Municipal de Ciência, Tecnologia e Inovação e do Conselho Municipal de Desenvolvimento Econômico.
Nesta segunda etapa ocorrerá a apresentação dos resultados referentes a primeira reunião de alinhamento do diagnóstico do Parque da Efapi, que busca elencar possibilidades para sustentabilidade econômica, atender as demandas do mercado e estruturar o modelo de negócios. Além disso, será realizada uma oficina de trabalho com aplicação da metodologia Canvas, que é uma ferramenta de gerenciamento estratégico que possibilita desenvolver e esboçar modelos de negócios novos ou existentes.
Para o prefeito de Chapecó Luciano Buligon é fundamental definir um modelo de negócio para o Parque da Efapi, voltado a promover a sustentabilidade e ampliar a competitividade em comparação com outras estruturas do Sul do País. “A intenção é implantar uma gestão com foco em resultados, ou seja, estratégias para manter a ocupação durante todo o ano. Além disso, estuda-se a possibilidade futura de privatização do parque, para a manutenção e reestruturação de sua estrutura”, antecipa.
Histórico
No primeiro encontro, realizado no mês de outubro, foi apresentada a identificação dos critérios técnicos relevantes para o mercado de eventos, a análise da visita técnica com relato do estado atual das estruturas existentes e a identificação de pontos fortes e fracos.
Conforme o diagnóstico inicial, Chapecó tem forte apelo para eventos de negócios (convenções, congressos e feiras) relacionados aos setores do agronegócio e da indústria, pois o PIB do agro é 110% maior que o do Brasil e o PIB da indústria é 18% maior do que o do País, além disso a região é empreendedora tendo 90% mais empresas que a média brasileira. Outras características revelam que 45,2% dos eventos realizados têm aspecto sociocultural ou esportivo, 40% das feiras e 22% dos congressos são do setor agroindustrial.

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