Apicultores participam de treinamento sobre produtividade do mel no extremo oeste
Produtores atendidos no Programa de Assistência Técnica e Gerencial (ATeG), do extremo oeste, com foco para apicultura participaram, no mês de setembro, de treinamentos sobre Aumento da produtividade do mel. A iniciativa foi do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar/SC), órgão vinculado à Federação da Agricultura e Pecuária do Estado (Faesc). As capacitações fizeram parte do Programa de Formação Profissional Rural (FPR) e contaram com a parceria do Sindicato Rural de São Lourenço do Oeste.
As atividades, conduzidas pelo instrutor Luiz Celso Stefaniak, foram desenvolvidas na Linha Santa Clara (São Lourenço do Oeste) e na Linha São Marcos (Novo Horizonte). "Os relatos foram positivos diante às oportunidades em agregar conhecimentos técnicos, evidenciando o trabalho realizado até agora dentro do grupo”, avaliou a técnica de campo da ATeG, Mardiori Souza.
A supervisora regional do Senar/SC, Grasiane Viêra, confirmou que o curso foi fundamental para aprofundar técnicas e práticas que visam aumentar a produtividade e a competitividade. “A capacitação veio de encontro ao trabalho desenvolvido na ATeG Apicultura pela técnica de campo, enriquecendo ainda mais o conhecimento".
APICULTURA NO ESTADO
O presidente do Sistema Faesc/Senar-SC, José Zeferino Pedrozo, salienta que Santa Catarina tem grande potencial de desenvolvimento da apicultura e, por isso, a entidade segue com fortes investimentos na profissionalização do setor. “O mel catarinense já foi classificado várias vezes entre os melhores do mundo e isso só nos motiva a continuar trabalhando para manter a excelência. A ATeG na área de apicultura já nos trouxe tantos resultados positivos em vários estabelecimentos rurais que neste ano lançamos mais um projeto na área – agora com foco na agroindústria apícola”.
O superintendente do Senar/SC, Gilmar Zanluchi, explica que a assistência técnica e gerencial nas propriedades possibilita acompanhar os apicultores em todas as etapas de produção. “São dois anos com acompanhamento dos técnicos que fazem visitas mensais aos produtores e controlam de perto a evolução das propriedades nas atividades de campo e nos processos gerenciais. O trabalho tem transformado as propriedades com um eficiente controle da nutrição, sanidade, genética, análise de gestão, entre outros”.
A coordenadora do programa no Estado, Paula Araújo Dias Coimbra Nunes, explica que a ATeG auxilia na organização das propriedades e no aperfeiçoamento técnico da atividade. “O acompanhamento técnico mensal traz mais segurança na tomada de decisões e amplia as oportunidades de investimento e de mercado. O programa teve início em 2016 e, desde então, atendemos mais de 380 produtores que elevam significativamente a produtividade com a adoção de novas técnicas de manejo e gestão”.
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