ACIC e FACISC em conversa sobre a reforma tributária
ACIC defende uma Reforma Tributária que contribua efetivamente para a melhoria do ambiente de negócios no País.
A Associação Comercial e Industrial de Chapecó (ACIC) na última quarta-feira (09) recebeu o presidente da Federação das Associações Empresariais de Santa Catarina (FACISC) Sérgio Rodrigues Alves para um diálogo com o vice-presidente da ACIC Helon Rebelatto. O contribuinte brasileiro arca com cerca de 90 tributos, incluindo impostos, taxas, contribuições de melhoria, contribuições sociais, de intervenção no domínio econômico, para categorias econômicas ou profissionais e empréstimos compulsórios. A carga tributária brasileira é uma das maiores do mundo e a ACIC mantém o posicionamento em que defende uma Reforma Tributária que contribua efetivamente para a melhoria do ambiente de negócios no País. Neste contexto, ações foram pautadas pela temática como debates entre empresários associados, explanações, manifesto entregue para parlamentares federais e gravações de podcasts. Alves destacou que o assunto é discutido há mais de 30 anos, mas nestes dias está na vitrine desde a aprovação da reforma tributária na Câmara dos Deputados, depois no Senado, a sensação é que a pauta está ‘à deriva’. “Creio que é um momento que as federações, a sociedade precisa estar atenta, porque vai envolver nossa rotina. Não podemos aceitar qualquer reforma. É o que estamos discutindo neste momento, e isso me preocupa, é uma reforma com uma série de concessões”. Segundo Rebelatto a ACIC defende que a Reforma Tributária não aniquile a competitividade das empresas e a viabilidade dos empreendimentos produtivos, não afete a autonomia dos Estados e Municípios como entes federativos e não piore as condições de empregabilidade. "O País precisa de uma reforma urgente que seja justa e não sobrecarregue os empreendedores, que são agentes essenciais do desenvolvimento," apontou. "O que me preocupa é que ainda há uma jornada até finalizar e parece será uma reforma tributária que quem pagará é o empregado. As grandes corporações continuarão com os seus benefícios, com os seus regimes de exceções. Esta é a razão das discussões, como federação já encaminhamos um posicionamento aos senadores," salientou Alves. O presidente da Facisc ainda afirmou que a ACIC é fundamental em debates como o da reforma tributária. "Quando são realizadas as discussões em nível associativo a ACIC tem um papel de destaque, pois é uma associação líder, serve como referência para todas as outras associações".
ACIC defende uma Reforma Tributária que contribua efetivamente para a melhoria do ambiente de negócios no País.
Vice-presidente da ACIC Helon Rebelatto e Sérgio Rodrigues Alves, presidente da Facisc.
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