Postado em 01 de Julho às 17h04

Quando conhecer os sintomas faz a diferença

Era mais um dia de trabalho para o médico anestesiologista e cooperado da Unimed Chapecó, Dr. Arno Hepp. Em 23 de janeiro passado, pela manhã, o médico se dirigia ao Hospital Unimed Chapecó para suas atividades profissionais rotineiras. Porém, ao subir os degraus do setor administrativo sentiu um mal-estar caracterizado por uma espécie de pressão no peito e desconforto epigástrico.
Sem mais sintomas, o médico se dirigiu ao setor de Endoscopia onde daria sequência às suas atividades anestesiológicas. “Após o segundo procedimento, percebendo que algo não estaria bem, pois eu estava ficando sudorético, fui imediatamente ao Centro Cirúrgico, no setor de Hemodinâmica e lá encontrei o Dr. Adalberto Meira, Dr. Julio Barbiero e Dr. Mateus Rossato, que em menos de 10 minutos já fizeram o diagnóstico do infarto”, conta Dr. Arno.
Passando da condição de médico a paciente, o anestesiologista foi, imediatamente, submetido ao procedimento de cateterismo cardíaco. Ao meio dia, já estava na UTI, sem sintomas e, no dia seguinte, passou por um novo cateterismo. A partir de sua experiência como paciente, Dr. Arno faz questão de destacar a agilidade e eficiência do atendimento prestado a ele. Além disso, foi beneficiado por conhecer os sintomas de um infarto, o que facilitou a busca por um atendimento imediato.
“Agradeço profundamente a toda equipe médica em nome do Dr. Adalberto, enfermagem e demais colaboradores, assim como o Conselho Administrativo da Cooperativa pelo maravilhoso trabalho que está sendo desenvolvido na estrutura hospitalar da Unimed Chapecó, pois o atendimento foi preciso, eficiente e cortês. Parabéns a toda a classe médica cooperativista de Chapecó por esta maravilhosa estrutura hospitalar que é o Hospital Unimed Chapecó”, destaca.
Ao receber alta hospitalar, aproveitou para fazer um agradecimento pessoal ao Dr. Adalberto Meira. “Por ter estado no lugar certo e na hora certa eu estou vivo”, disse ele ao médico que é coordenador do setor de Hemodinâmica. Dr. Adalberto aproveitou para enfatizar que “estavam no lugar certo e na hora certa há dez anos, quando iniciaram as negociações para implantação do setor de Hemodinâmica. Esses foram os primeiros passos para a acreditação hospitalar nacional e, para hoje, estarmos a caminho da acreditação internacional”.
Agilidade no diagnóstico
O diagnóstico precoce e o tratamento imediato são os fatores mais importantes para evitar sequelas graves ou até mesmo a morte no infarto agudo do miocárdio (IAM) conforme Dr. Adalberto. “O paciente pode apresentar os chamados sintomas típicos como dor torácica retroesternal acompanhada de falta de ar e sudorese ou apresentar sintomas atípicos como dor epigástrica, desmaios, cansaço súbito ou mesmo nenhum sintoma, sendo estes casos mais frequentes em idosos ou diabéticos” explica o médico.
 Além disso, de acordo com o cardiologista, é necessária a realização de eletrocardiograma em todos os pacientes com sintomas sugestivos de infarto para, frente a isso, se definir a conduta. “Quando feito diagnóstico de IAM, o melhor tratamento disponível na atualidade é a angioplastia coronariana, que reestabelece o fluxo na artéria coronária obstruída em tempo de evitar necrose miocárdica acentuada”, destaca ao enfatizar que a presença de um setor de Hemodinâmica no hospital muda completamente o desfecho do infarto, proporcionando maior sobrevida e qualidade de vida após o evento.
“O atendimento ao Dr. Arno foi realizado da mesma maneira sistemática. Devido a queixa de dor no peito, foi realizado um eletrocardiograma que confirmou o diagnóstico de infarto do miocárdio, e após, realizamos o cateterismo cardíaco para identificar a coronária obstruída e a angioplastia da mesma. Estabelecer o diagnóstico precocemente e o fato do tratamento ter sido instaurado imediatamente no mesmo local possibilitaram uma excelente recuperação e nenhuma sequela após o evento”, conclui Dr. Adalberto.
Texto Andressa Recchia/Unimed Chapecó  

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