Postado em 14 de Junho às 17h39

Inovar é necessário para crescer e se manter competitivo

“Inovar não é mais uma escolha, é fundamental não apenas para sobreviver, mas para crescer. Quanto mais inovadora uma empresa for, mais chance terá de prosperar”. A afirmação é do empresário, especialista em marketing, inovação e educação e um dos embaixadores no Brasil da Singularity University, Leonardo Barbarioli Carraretto, que esteve em Chapecó e em Xanxerê nesta semana e palestrou no Diálogo Industrial, com o tema “Transformando a empresa pela inovação”.
            O evento foi uma iniciativa da Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (FIESC), dos sindicatos filiados na região Oeste (Simovale, Sindiplasc, Sicomai, Sinduscon, Sindialimentos, Simmex, Sicec e Simec), da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e do Sebrae, e integra o Programa de Desenvolvimento Associativo (PDA). O objetivo foi sensibilizar o empresariado mediante comportamentos e práticas de inovação de simples e fácil adesão.
            De acordo com Carraretto, os empreendedores precisam acompanhar as mudanças do mundo e olhar para a inovação com mais atenção. “Durante muito tempo a inovação ficou atrelada à invenção ou criatividade. Precisamos ter uma visão mais prática de produtividade, de transformação e de aplicação ao meio digital”, frisou acrescentando que se começa com a organização da casa para inovar. A cultura da inovação inicia com processos claros, ferramentas eficientes e um time multidisciplinar, por exemplo. É preciso criar um ambiente propício, que permita que as pessoas possam dar ideias.
            Essas ações passam por uma mudança muitas vezes de gestão e cultura dentro das organizações. “Precisamos saber como mudar a mentalidade para olhar para a empresa de uma maneira diferente. A inovação sempre esteve dentro dela, a gente que precisa enxergar e encontra-la”.
            O palestrante ressaltou que a inovação precisa estar presente no dia a dia de todas as empresas, independentemente do porte ou setor de atuação. “Com a digitalização do mundo a competição ficou mais equalizada. Todos podem construir tecnologias ou ofertar produtos para grandes empresas, por exemplo. Porém, todos precisam se aprofundar, compreender o que está acontecendo no mundo e mudar um pouco a visão para saber como proceder”, finalizou.

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